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Destaque do Sub-20 se declara ao Corinthians e recorda momentos como torcedor no Pacaembu

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Vitinho é o capitão do Sub-20 alvinegro nesta temporada

Vitinho é o capitão do Sub-20 alvinegro nesta temporada

Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Todo torcedor do Corinthians quer ver um atleta que torce para o clube em campo. Raça e entrega são características que não podem faltar para quem veste a camisa corinthiana. E, por mais raro que possa parecer, a Fiel consegue encontrar um garoto com esse perfil na base do Parque São Jorge.

Trata-se do meia-atacante Vitinho, capitão e um dos principais destaques do Sub-20. Em entrevista concedida ao Meu Timão, o jogador de 20 anos se declarou ao Corinthians e recordou alguns momentos como torcedor nas arquibancadas do Pacaembu.

"Lembro até hoje. O primeiro jogo que eu fui no estádio... Minha mãe não deixava eu ir para o estádio, pois meu pai ia no meio das torcidas organizadas e minha mãe não gostava que eu ia com ele. Meu primeiro jogo foi ideal para sentir o que era o Corinthians. Foi uma partida contra o Bahia, na Série B, no Pacaembu, que acabamos perdendo. O jogo todo a Gaviões da Fiel e a Camisa 12 cantaram, mesmo perdendo. Acabou o jogo e os caras estavam gritando ainda", disse.

"O primeiro jogo que eu fui deu para ver o que eu queria, que era ser corinthiano. Mesmo perdendo a torcida não parava. Desde então eu falei que essa torcida era demais, nem queria conhecer outra. Ali eu já vi que seria um bando de louco, então foi esse jogo que me deu o inicial de ser corinthiano. Depois desse jogo eu fui bastante. Na Série B eu fui pouco, mas fui muito em 2010 e 2011. No começo eu não ia tanto porque minha mãe ficava meio assim e eu era muito jovem. Como meu pai saia com a sub-sede da Gaviões aqui de Guarulhos, não dava para ir no ônibus com eles. Então mais tarde comecei a ir mais", acrescentou.

Com muitas lembranças vivas na memória, Vitinho contou que atuar pelo Corinthians no Pacaembu foi a realização de um sonho. Além disso, pontuou as diferenças de subir as escadas dos vestiários como jogador no estádio paulista.

"Primeiro jogo que joguei no Pacaembu foi na final da Copa do Brasil Sub-17, contra o Sport, que acabamos sendo campeões e eu fiz um gol até. A sensação é diferente, né? Estava acostumado a entrar pelo portão da frente do Pacaembu, então subir aquela escada de frente para a torcida, disputando uma final pelo Corinthians era incrível. É muito bom jogar no Pacaembu. O Corinthians tem uma ligação forte com o Pacaembu, é uma sensação gostosa jogar lá", destrinchou.

Cauê e Vitinho comemorando gol em vitória do Corinthians contra o Santos, pelo Brasileirão Sub-20

Cauê e Vitinho comemorando gol em vitória do Corinthians contra o Santos, pelo Brasileirão Sub-20

Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Sua trajetória no Parque São Jorge também foi assunto durante a entrevista. Ele chegou ao clube com cinco anos de idade, em 2005, e começou a ter a real dimensão da grandeza do Timão com o passar do tempo.

"Cheguei ao Corinthians no final de 2005. Eu era muito moleque para saber a dimensão do Corinthians, mas como meu pai sempre foi corinthiano, era da Gaviões da Fiel, ele me passou muita coisa e com o tempo eu fui sabendo a dimensão de verdade que é esse clube", expôs.

Na sequência, detalhou o que mudou dentro de campo (ou de quadra) durante sua carreira no Corinthians e reforçou suas características com a bola nos pés.

"Comecei no futsal, com cinco para seis anos, e fiquei jogando só futsal até os 11. Aí fui fazer peneira no campo, com 11 anos. Dos 11 até os 13 anos eu fiquei jogando futsal e campo. E quando chegou nos 13 anos eu tive que decidir, se continuaria no futsal ou jogaria no campo. Acabei optando pelo campo e aqui estou até hoje. No futsal eu comecei de ala, aí com uns nove eu recuei para fixo. Depois, com 10 e 11 anos, voltei a ser ala de novo. Minha posição sempre foi ali, com o pé oposto, cortando para dentro", concluiu.

Nesta temporada, cabe destacar, Vitinho já disputou 16 jogos e balançou as redes em cinco oportunidades. Como se não bastasse, passou a ser capitão e vestir a camisa 10 do Timão sob o comando de Dyego Coelho.

Vitinho (no meio) durante preparação do Corinthians para Copinha de 2020

Vitinho (no meio) durante preparação do Corinthians para Copinha de 2020

Rodrigo Gazzanel/Ag. Corinthians

Veja mais em: Corinthians Sub-20 e Base do Corinthians.

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    @rafael.bertini em

    Até hoje não entendo como diretores não entenderam que a base é o maior recurso do clube, a única justificativa para não investir e incentivar que se promova jogadores ao profissional é a corrupção, a rachadinha e jogo de influência com empresários para gastarem milhões trazendo Everaldos da vida.

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    @dannier em

    Apostar na garotada pois dinheiro não tem e é a melhor solução para esse time ter velocidade e criatividade

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    97º. @bernardo.sa em

    A base é a salvação dos clubes e o Corinthians procura salvação de base de outros clubes, não entendo isso como é que um jogador de base do ABC de Natal pode ser útil e ter oportunidade aqui sendo que não foi utilizado nem Fessin e nem Matheus Matias.

    E os jogadores que se destacam na nossa base não tem oportunidade.

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    Mateus 1942 comentários

    96º. @mateus.e.danii em

    Queria muito ver esse mlk vencendo no Timão Corinthiano desde sempre cria da base

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    95º. @welington.andrade1 Apoiador em

    Será que é pior que Everaldo, Cafu e Natel?
    Senão, porque jogar dinheiro fora?

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    Oscar 3511 comentários

    94º. @oscar.andre em

    É outro jogador que está diretoria tenta esconder na base.
    E de repente o moleque é vendido a preço de banana.
    Com 20 anos já deveria estar no elenco profissional, moleque é bom de bola.
    A pergunta que não quer calar, para que gastar tanto dinheiro, com estes jogadorés ruins se na base temos jogadores muito mas muito melhores.
    O exemplo é a lateral esquerda que no últimos anos tivemos no mínimo quatro laterais que foram muito mal vendidos.

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    Miguel 1066 comentários

    93º. @migumooca em

    Pra que Jonathan Cafu?