Clube japonês aceita liberar, mas joga duro com Jô e preocupa dirigentes do Corinthians
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Por Rodrigo Vessoni
Jô tenta sair do Japão antes do término do seu contrato, em dezembro deste ano
Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians
Jô não permanecerá no Nagoya Grampus, mas a liberação deverá ser mais difícil do que a planejada pelo atacante. Tudo porque, segundo apuração do Meu Timão com pessoas ligadas ao Corinthians, o Nagoya Grampus (JAP) pediu a rescisão unilateral do contrato.
Em outras palavras, os japoneses informaram aos empresários que aceitam liberar antes do término do vínculo (dezembro) como desejado por Jô, mas sob a condição de que o brasileiro assuma o ônus da saída.
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Esse ônus é o pagamento de uma multa rescisória, que é acordada previamente entre as partes no momento da assinatura do contrato. Isso está sendo conversado entre jogador e Nagoya Grampus. O Corinthians vê chance de o imbróglio perdurar um tempo.
E é exatamente essa conversa que preocupa os dirigentes do Timão, que não aceitam pagar nada para tirá-lo do time japonês. Devido à atual condição financeira do clube, a diretoria pretende acertar valores devidos apenas com o jogador (salário e luvas).
O Corinthians torce para que a conversa entre as partes possa render uma rescisão bilateral, ou seja, amigável e de forma mais rápida. O presidente Andrés Sanchez aguarda a saída definitiva de Jô para tentar contratá-lo. O Oriente Médio poderá ser o seu destino.
