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Cria da base, zagueiro celebra estreia profissional e cita principal característica

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Léo Santos será uma das novidades de Oswaldo diante do Figueirense

Léo Santos será uma das novidades de Oswaldo diante do Figueirense

Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

O jogo do Corinthians contra o Figueirense, no próximo dia 16, em Florianópolis, marcará a estreia profissional do zagueiro Léo Santos, de 17 anos, cria das categorias de base do clube. Ao lado do lateral-direito Léo Príncipe e do zagueiro Pedro Henrique, também revelados pelo Timão, o defensor comemorou a tão esperada chance.

“Ainda não caiu muito a ficha, mas estou preparador, a expectativa é a melhor possível para estrear com a camisa do Corinthians fazer uma grande partida”, disse Léo Santos em entrevista coletiva no CT Joaquim Grava.

Léo Santos foi criado em Itaquera, na zona leste de São Paulo, e deu os primeiros passos num campo de futebol na escolinha Chute Inicial. Aos nove anos, passou num teste da Portuguesa, mas acabou dispensado após o técnico que lhe havia aprovado ser demitido. Antes de chegar ao Parque São Jorge, tentou a sorte em escolinhas da capital paulista por longos três anos.

Logo em sua primeira temporada no Corinthians, o beque teve problemas com o treinador da época e pensou até em desistir da carreira nos gramados. Foi quando Birô, comandante que o indicou para o clube, o levou para outro time e, posteriormente, para o futebol de salão do Timão, onde o garoto passou a atuar como pivô.

“Minha primeira passagem foi sub-13, cheguei como zagueiro, mas não fui muito aproveitado, não passei no teste. Fui mandado embora, mudei de posição e fui jogar no meio. Treinei na Vila Maria, no salão. Voltei de meia, mas não tive evolução e voltei para a defesa”, relembrou o atleta, relacionado para uma partida pela primeira vez em junho, ainda sob o comando de Tite.

Embora jovem, Léo Santos demonstrou personalidade na primeira entrevista da carreira como profissional do Corinthians. Consciente, ele ainda falou revelou seu ponto forte: a velocidade. “Uma das minhas principais características é a velocidade, que me diferencia dos outros, e a técnica, como na saída de bola”, frisou.

Sem Balbuena, convocado para a seleção do Paraguai, e Vilson, suspenso em razão do terceiro cartão amarelo, Oswaldo de Oliveira terá de escalar Pedro Henrique e Léo Santos diante do Figueirense. Nada que tire o sono da dupla.

“Nossa meta é a Libertadores. Essa pressão toda que rola por fora, extracampo, não devemos pensar. Precisamos focar no nosso time e em fazer nosso melhor”, finalizou.

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